UTILIDADE PÚBLICA

Calendário de vacinação – H1N1 e Gripe Comum

Se você faz parte do grupo a ser vacinado, fique atento ao calendário e procure um posto de vacinação na data da convocação.
Não esqueça de levar a sua caderneta de vacinação.

Faça a sua parte contra a InFluenza H1n1.

A saúde pública brasileira tem um novo e grande desafio: vacinar contra a Influenza H1N1. Para superá-lo, contamos com nosso maior aliado – você, cidadão brasileiro.

Vamos vacinar a população com maior risco de desenvolver a forma grave da doença. Para isso, vamos convocar, por etapas, gestantes, crianças de seis meses a menores de dois anos, idosos (mais de 60 anos) com doenças crônicas, população de 20 a 39 anos e pessoas portadoras de doenças crônicas (veja lista no verso).

Se você faz parte de um dos grupos a ser vacinado, fique atento! Observe a data de convocação e compareça a um posto de vacinação.

Não esqueça que medidas simples de higiene, como lavar sempre as mãos, ajudam reduzir a transmissão da doença. O vírus da gripe pode estar em muitos lugares, só que você não vê.

De acordo com o calendário, os seguintes portadores de doenças crônicas serão vacinados contra a Influenza H1N1:

• Obesidade grau 3 – antiga obesidade mórbida (crianças, adolescentes e adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes em diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática autoimune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

INCÊNDIO FLORESTAL - ALERTA DA TEMPORADA

INCÊNDIO FLORESTAL – ALERTA DA TEMPORADA
FONTE: JSO: 09 de maio de 2008
A  partir de 12 de maio o Corpo de Bombeiros vai disponibilizar diariamente o Índice de Risco de Incêndios Florestais (IRI) a todos os interessados. A divulgação do índice é especialmente relevante durante o período de estiagem, de maio a outubro. Os interessados na divulgação do índice devem entrar em contato com o IEF/RJ pelo telefone 21 2299-3088 ou através do e-mail: ascom@ief.rj.gov.br.
O Índice de Risco de Incêndios Florestais (IRI) é calculado a partir de informações meteorológicas, o índice é dividido em três níveis (Baixo, Médio e Alto), que estabelecem os graus de probabilidade de início e de velocidade de propagação do fogo. Índices específicos para as regiões Metropolitana, Sul, Serrana e Norte-Noroeste do estado serão divulgados diariamente.
A divulgação do índice faz parte do Plano de Prevenção e Controle de Incêndios Florestais da Secretaria do Ambiente e IEF/RJ, e é uma das estratégias de prevenção e combate durante o período de estiagem, que vai de maio a outubro.
O nível apurado vai determinar o grau de prontidão das equipes de prevenção e controle de incêndios do Corpo de Bombeiros, Ibama e IEF/RJ. Além disso, servirá de alerta para que se evitem práticas que podem contribuir para o início e disseminação do fogo em vegetação.
– “A divulgação do Índice de Risco de Incêndios Florestais é muito importante para alertar as pessoas bem-intencionadas acerca dos momentos em que seus cuidados devem ser redobrados. Para as mal-intencionadas, serve de aviso de que se trata de um momento que configurará, de acordo com a lei de crimes ambientais, um agravante na penalidade daqueles que forem flagrados ateando fogo à vegetação nativa.”, afirmou o presidente do IEF/RJ, André Ilha.
O cálculo do índice é baseado na temperatura e umidade relativa do ar. No nível Baixo, a propagação das chamas é mais lenta, mas ainda assim é necessário observação e patrulhamento dos pontos mais críticos. O nível Médio indica a necessidade de prontidão, já que as chamas podem se propagar a partir de pequenos focos. No nível Alto, a rapidez da propagação requer combate imediato, o que pode requerer medidas complementares, como o uso de aeronaves especialmente equipadas.
As ações serão decididas por um comitê coordenado pelos bombeiros e com a participação do IEF/RJ e Ibama. Um dos principais focos de atenção serão as unidades de conservação, que protegem a vegetação nativa de Mata Atlântica e os seus ecossistemas associados. O presidente do IEF/RJ ressaltou, no entanto, que os incêndios florestais, em sua maioria, ocorrem a partir de fatores desencadeados fora dos limites das unidades, como a soltura de balões, limpeza de terreno com uso de fogo ou queima de lixo urbano.
– “A população deve se conscientizar de que práticas aparentemente inofensivas podem resultar em incêndios de grandes proporções em áreas de vegetação.”, concluiu André Ilha.

Prejuízos causados pelos incêndios florestais

– Destruição de árvores jovens e maduras.
– Destruição da camada superficial do solo.
– Destruição de áreas destinadas à proteção da biodiversidade.
– Ampliação de pragas e doenças sobre formações remanescentes e de vetores para a população humana.
– Emissão de gases de efeito estufa.
– Maior incidência de doenças respiratórias nos seres humanos em virtude da inalação de fumaça.
– Aumento drástico da erosão, com perda de solos e assoreamento de corpos d´água.

Principais causas de incêndios florestais

– Balões.
– Limpeza de terrenos ou renovação de pasto com uso de fogo.
– Queima de lixo.

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PROJETO COMERÇAR DE NOVO - Conselho Nacional de Justiça
PROJETO COMERÇAR DE NOVO – Conselho Nacional de Justiça
SENAI – SELEÇÃO CURSOS TÉCNICOS E DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
PRÉ-VESTIBULAR SOCIAL 2009 – INSCRIÇÕES ABERTAS
LEI ORGÂNICA DE NOVA FRIBURGO
CONCURSOS PÚBLICOS – OPORTUNIDADES DE EMPREGO
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COMBATE À DENGUE
GUIA DE UTILIDADE PÚBLICA
DEFESA DO CONSUMIDOR
SUPER SITES DA WEB

Cuidados de prevenção à dengue precisam ser mantidos no verão

O verão chegou e com ele aumentam os riscos de casos de dengue. Isso porque o calor é um dos responsáveis pela proliferação do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da doença. A estação, caracterizada pelas altas temperaturas e a grande incidência de chuvas, é a que registra o maior número de pessoas acometidas pela dengue. Em função deste quadro, é importante que a população continue alerta e consciente de que a única forma de eliminar a doença é exterminando os criadouros do Aedes aegypti.
Vale destacar que pesquisas já comprovaram que o principal foco de proliferação do mosquito da dengue está dentro de casa. Locais como caixas d’água, piscinas e vasos de plantas são algumas das principais áreas onde o mosquito pode se reproduzir. Por isso é importante que as piscinas sejam tratadas com cloro e limpas uma vez por semana. Se não estiverem sendo usadas, devem ser cobertas, assim como as caixas d’água devem ter tampa.
Quem tem bromélias em casa deve ter atenção redobrada. É indispensável tratá-las com água sanitária na proporção de uma colher de sopa para um litro de água, regando duas vezes por semana. Também é importante tirar sempre a água acumulada nas folhas. Quanto às demais plantas, deve-se encher de areia até a borda os pratinhos ou lavá-los com escova, água e sabão semanalmente.
Outro cuidado que deve ser observado é lavar as vasilhas de água dos animais domésticos com bucha e sabão em água corrente pelo menos uma vez por semana. A água da bandeja externa da geladeira também deve ser retirada com frequência e lavada com água e sabão.
Estas são apenas algumas dicas para evitar a proliferação do Aedes aegypti. Também é importante receber bem os agentes de saúde que fazem visitas periódicas às residências e empresas da cidade.

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