Drogas, Deus, Igreja e Ser

“O único mundo atraente a ponto de ser substitutivo da droga é onde eu, o outro e nossos sonhos somos valorizados.” – disse um doutor em ciência social em evento recente.

Sendo assim, penso: o único mundo que alguém pode priorizar diante das drogas é um em que o homem ou mulher vale o máximo: a vida do Filho de Deus. Não qualquer deus, Deus. O Deus que criou a humanidade para usufruir da sua companhia num mundo super bem pensado. O Deus que traduz a companhia de um pai que não precisa ser esquecido para dar lugar à identidade pessoal de cada um de nós, já que nos serve de espelho eterno. Deus, diferente de tudo que possamos, humanos, criar para fugir à destruição sócio-relacional que produzimos, é amor. Amor, ato de vontade, que demonstra mais que tudo o comprimento, a largura, o poder inatingível, indizível, inigualável, inimaginável, de Seu Poder.

Voltando a dar atenção aos estudiosos do “problema das drogas” e suas conseqüências sociais componentes da mesa de discussão, ouço afirmá-los: “O problema das drogas é de Deus!” Interessante…

Que incrível! O tal “problema das drogas” é de Deus, Cristo, já que é quem se oferece para assumi-lo ao propor vida no único mundo com qualidades suficientes para ser substituto de qualquer fuga da realidade. Por conseqüência, o “problema das drogas” é da igreja, corpo de Cristo, que, se agir, fará milagres maiores que os observados à época de Jesus Cristo, que parece ser o que todos esperam.

E aí, igreja, faremos algo para solucionar o “problema das drogas”?! Eu digo não e vou explicar porquê: este não é o foco. Não existe “problema das drogas” em si mesmo. As drogas podem causar problemas ou ajudar a resolver muitos, de acordo com quem as manuseia. Pois é… Deus já disse: o problema está no ser.

Igreja, se realmente adotarmos a missão que Deus nos aponta, todo homem ou mulher descobrirá que temos a solução para seus problemas existenciais e uma proposta de mundo sadio e produtivo, onde todos têm lugar específico e cada um é insubstituível. Pronto, ninguém precisará de drogas…

Igreja, a demanda existe, vamos ofertar o que vivemos! A propósito… vivemos??!

Cristina Lima, psicóloga, gestora de ministérios da IBSerra.
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