São 451 as línguas nas quais a Bíblia foi traduzida integralmente, enquanto aquelas nas quais foi traduzida em parte são 2.479. Foi o que informou um comunicado da União das Sociedades Bíblicas, com sede em Reading, na Grã Bretanha. Durante o ano de 2008 se acrescentaram outras 13 línguas na versão integral, e 25 nas traduções parciais.
A Bíblia se confirma, portanto, como o livro mais traduzido no mundo: segundo a mesma União das Sociedades Bíblicas, 95% da população mundial tem hoje a possibilidade de ler a Bíblia em uma língua que ela conhece. Entre as traduções mais recentes quatro línguas faladas no Chade (o sar) em Burkina Fasso (o dioula), na República Democrática do Congo ( o lari) e em Serra Leoa (o kono).
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Bíblia – o livro mais traduzido no mundo
Publicado por familiaibs em Março 11, 2009
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Religiosos mostram Bíblia como história natural no Museu da Criação no Kentucky
Publicado por familiaibs em Outubro 31, 2008
Atraente, local recebeu quase 600 mil visitantes, dizem fundadores.
Criacionistas dizem não negar ciência, mas divergir na interpretação.
Crianças e dinossauros brincam juntos em um bosque, tiranossauros se alimentam de frutas, e as teorias evolucionistas que dizem que o universo foi criado há milhões de anos são enfaticamente rejeitadas em um museu do norte do estado norte-americano do Kentucky. Contrariamente às exibições de história natural espalhadas pelas maiores cidades do mundo, o Creation Museum (Museu da Criação) nega a principal corrente científica defendida por acadêmicos e apresenta as origens da vida de acordo com um livro: A Bíblia.
Como o nome já deixa perceber, o local defende o criacionismo, teoria cristã segundo a qual o livro do Genesis explica de forma literal o surgimento do universo, e que nega qualquer tese que fale em evolução. A instituição que criou o local, o grupo Answers in Genesis (Repostas no Genesis ou AIG), defende a religião como base da história do mundo desde o “princípio”.

Estátuas de Adão e Eva em representação do Jardim do Eden no Museu da Criação, no Kentucky. (Foto: Daniel Buarque/G1)
O G1 visitou o Museu da Criação na tarde desta quinta-feira (30), depois de duas horas de viagem desde Columbus, em Ohio. Localizado numa região de tríplice fronteira entre Kentucky, Indiana e Ohio, o museu tinha muitos visitantes, apesar de ser um dia de semana e de o prédio ficar afastado de centros urbanos (a cidade mais próxima, Cincinnati, fica a 30 minutos de viagem de carro). A apresentação é impressionante, atraente, e explica bem a primeira parte da Bíblia, atraindo crianças e adultos.
Usando vídeos cheios de efeitos especiais, apresentações quase interativas, robôs animados, estátuas que parecem pessoas, um planetário e explicações muito bem detalhadas, o museu tenta rechaçar críticas de que é radical e “não-científico”. “Queremos mostrar uma caminhada história de acordo com a Bília”, explicou o co-fundador do museu, Mark Looy, que conversou com o G1 durate a visita.
Fundado há pouco mais de um ano, em maio de 2007, o museu foi um sucesso surpreendente até mesmo para seus criadores. “Esperávamos receber no máximo 250 mil pessoas no primeiro ano, mas tivemos mais de 440 mil visitantes até o aniversário e quase 600 mil até hoje”, disse Looy. “Excedemos todas as expectativas, e até evolucionistas elogiam nosso trabalho”, completou.
” Deus destruiu o mundo”, dizia uma criança de cinco ou seis anos enquanto assistia a um vídeo sobre o dilúvio. Dezenas delas se divertiam com os vídeos e com os robôs de dinossauros na tarde em que o G1 esteve no museu.
Parecendo um parque de diversões da Flórida, com 6.500 metros quadrados de área, o museu traz uma longa apresentação do surgimento do mundo, dos animais, dos seres humanos. Conta a história de Adão e Eva, do fruto proibido, de Matusalém e da arca de Noé – esta última, do grande dilúvio, é usada para explicar a extinção dos dinossauros e a existência de fósseis.
A principal tese usada pelo museu é de que criacionistas e evolucionistas partem das mesmas evidências para interpretar o passado, mas que chegam a conclusões diferentes. “Raramente discordamos dos evolucionistas em relação às evidências, a separação está na interpretação. Queremos mostrar que a evidência científica leva ao criacionismo”, disse Looy.
“Do ponto de vista científico, o que o museu mostra é simplesmente ridículo”, rebateu, enfático, Steven Newton, um dos diretores do National Center for Science Education (Centro Nacional para Educação em Ciência – NCSE) , uma das instituições que mais fazem oposição ao trabalho do AIG. “Essas pessoas acreditam que a terra tem apenas 6.000 anos de idade, o que não faz nenhum sentido e pode ser provado como equivocado”, disse ao G1.
Questionado sobre a crítica científica, o co-fundador do museu disse não ligar. “Muitos nos ridicularizam, mas isso não incomoda. Essas pessoas têm uma visão diferente, e não acreditam no que defendemos”, disse, lembrando que no passado ele próprio era uma dessas pessoas críticas do criacionismo.
O principal trabalho do NCSE em oposição ao grupo que fundou ao museu diz respeito a educação de crianças, tentando evitar o fortalecimento do ensino do criacionismo nas escolas. “Estes grupos estão cada vez mais fortes e querem que o ensino religioso entre nas escolas como se tivesse alguma base científica”, disse Newton. “Queremos que a religião fique de fora do ensino de ciência, pois isso atrapalha e confunde os estudantes, o que é ruim para o país como um todo.”
As escolas públicas norte-americanas não podem atualmente ensinar o criacionismo como uma teoria, mas o debate em estados mais conservadores como o Texas e a Louisiana debatem a possibilidade de permitir que a tese religiosa seja apresentada junto com os estudos.
Segundo Looy, o grupo que ele representa de fato produz material didático para ensino do criacionismo nas escolas, negando teorias evolucionistas. “Mas apenas em instituições privadas”, disse. Segundo ele, o AIG não defende o ensino forçado do criacionismo nas escolas públicas, apenas pede a liberdade para que os professores também possam apresentar o criacionismo às crianças.
“Isso é um objetivo político disfarçado”, respondeu Newton. “Nenhum desses grupos admite defender o ensino do criacionismo, mas eles fazem campanha tentando se passar por grupos sem interesses, como se estivessem defendendo a liberdade”, completou. científico.
Durante as entrevistas dos representantes dos dois grupos ao G1, eles negaram defender um ou outro candidato à Presidência nas eleições da próxima terça-feira (4). Por serem grupos sem objetivos lucrativos, eles recebem doações e não podem se envolver em disputas políticas.
“Podemos defender a proibição do aborto, e incentivar as pessoas a votarem em quem seja contra o aborto, mas não podemos citar nomes”, disse Looy em relação ao grupo que criou o museu, indiretamente indicando favorecer John McCain.
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Eu perdôo Lindemberg’, diz mãe de Eloá
Publicado por familiaibs em Outubro 21, 2008
Ana Cristina Pimentel, mãe de Eloá Cristina, de 15 anos, disse que perdoa o assassino da filha, baleada na cabeça na sexta-feira, após ser mantida refém por 100 horas pelo ex-namorado, Lindemberg Alves, 22 anos. “Mas que a justiça seja feita”, afirmou emocionada no final da noite desta segunda-feira, 20, na primeira vez que falou com a imprensa desde o início do seqüestro de sua filha.
Milhares de pessoas comparecem ao velório da adolescente Eloá Cristina Pimentel da Silva, 15 anos, no cemitério Jardim Santo André. Depois de uma semana acompanhando o drama de Eloá, refém do ex-namorado Lindemberg Alves, parentes, amigos e anônimos lotam o cemitério para dar o último adeus à jovem. A entrada para o público foi fechada por alguns minutos durante a noite de segunda, quando parentes e amigos fizeram uma homenagem emocionante para Eloá e a mãe da estudante falou pela primeira vez à imprensa.
- Eu consigo perdoar o Lindemberg, de todo o meu coração, mas que a justiça seja feita. Eu sei que ela está com Deus e eu estou feliz. Talvez Deus tenha feito isso para dar a vida a sete pessoas – declarou Ana Cristina Pimentel, mãe de Eloá, que teve os prinicipais órgãos doados.
Segundo cálculos da Guarda Municipal de Santo André, até o início da madrugada desta terça-feira, cerca de 13 mil pessoas passaram pelo local. O enterro da jovem será nesta terça às 9h.
Estadão/Globo – 8h31, terça, 21out
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Se eles podem fazer propaganda do homossexualismo, sinto-me à vontade para fazer propaganda do heterossexualismo
Publicado por familiaibs em Julho 30, 2008
Se professores do COLUNI (Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa — considerado a melhor escola pública do país de acordo com as notas do ENEM) podem fazer propaganda do homossexualismo em aula, para alunos de 15 a 17 anos, por que eu, pastor evangélico, leitor assíduo da Bíblia e cristão convicto, não posso fazer propaganda do heterossexualismo?
Se a colunista social Heloisa Tolipan pode publicar em sua coluna no Jornal do Brasil três fotos de afagos sucessivos entre Daniela Mercury e Alinne Rosa, vocalista da banda Cheiro de Amor, por que eu não posso fazer propaganda do heterossexualismo?
Se as novelas da Globo podem mostrar “casais” de homem com homem e de mulher com mulher (e até de dois homens e uma mulher) se acariciando, por que eu não posso fazer propaganda do heterossexualismo?
Se mulheres e homens homossexuais podem fazer um barulho enorme em favor da prática homossexual, do casamento gay e da adoção de filhos, por que eu não posso fazer propaganda do heterossexualismo?
Não se faz propaganda nem do homo nem do hetero de boca fechada. Desde que saíram definitivamente do armário, os gays abrem a boca para justificar a opção e a prática homossexual. Os pregadores da opção e da prática heterossexual estão sendo empurrados para dentro do armário, agora vazio e desocupado, por pressão da mídia, da sociedade permissiva e do movimento gay. O Projeto de Lei 122/06 favorece a propaganda da homossexualidade e desfavorece a propaganda da heterossexualidade.
Como posso fazer a propaganda da heterossexualidade? Voltando ao princípio de tudo, ao princípio do tempo, ao princípio da história, quando Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27) e apresentou um único modelo de relação sexual: “O homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne [ou uma só pessoa]” (Gn 2.24). A relação homossexual sempre aconteceu, mas nunca foi considerada normal. Até bem pouco tempo em qualquer dicionário ou enciclopédia, casamento era “o relacionamento que une um homem e uma mulher” (Enciclopédia Delta Universal) ou “a união legítima de um homem e uma mulher com o objetivo de fundar um lar” (Grande Enciclopédia Delta Larousse) ou “ato solene de união entre duas pessoas de sexos diferentes” (Novo Dicionário Aurélio). Para atender ao clamor gay, os dicionários estão acrescentando ou revendo alguma coisa. Por exemplo, o Dicionário Enciclopédico Ilustrado Veja Larousse, publicado em 2006, diz que casamento é a “união legal entre um homem e uma mulher”, mas, por extensão, pode ser também “qualquer relação conjugal entre duas pessoas”. O também recente Dicionário de Psicologia Dorsch (2001) define a formação de casal como a “reunião de parceiros sexuais”.
Ainda como propaganda da heterossexualidade, posso tornar conhecidos os textos das Sagradas Escrituras que tratam do assunto, todos de fácil compreensão, sem, contudo, centralizar essa anomalia (palavra de origem latina que significa irregularidade), deixando de lado todas as outras anomalias (apropriação indébita, corrupção, egocentrismo, injustiça social, intriga e muitas outras). Também não devo me deixar possuir por qualquer sentimento de arrogância ou de homofobia.
No meu modo de entender, o mais explícito, o mais contundente, o mais veemente texto contra a prática da homossexualidade está na Epístola aos Romanos, a maior e a mais teológica das treze cartas escritas por Paulo. É uma passagem dura, mas que não pode ser olvidada nem retocada. O apóstolo ensina que as práticas homossexuais não são primeiramente a causa, mas o resultado da depravação histórica e globalizada do ser humano. Por causa desse problema básico, Deus “soltou as rédeas” e está deixando a humanidade livre, não só para trocar “suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza” (Rm 1.26), mas também para matar, roubar, fazer uma guerra atrás da outra, esgotar e destruir o meio ambiente, e assim por diante. É sob esta ótica que ele fala abertamente sobre o homossexualismo feminino e masculino. Assim como as mulheres, “os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros [e] começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão” (Rm 1.27).
A exemplo de Jesus Cristo, eu não posso apontar o pecado sem apontar a salvação, não posso apontar a culpa sem apontar o perdão, não posso apontar o dedo em riste para o meu pecado e o pecado alheio sem apontar o dedo para Jesus Cristo para repetir o mais substancioso pronunciamento de João Batista: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29).
Se os professores podem fazer propaganda do homo, sinto-me em plena liberdade para fazer a propaganda do hetero!
• Elben M. Lenz César é diretor-fundador da Editora Ultimato e redator da revista Ultimato.
Ultimato
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Juventude brasileira é a 3ª mais religiosa entre 21 países
Publicado por familiaibs em Julho 25, 2008
A juventude brasileira é a terceira mais religiosa entre 21 países pesquisados pelo instituto alemão Bertelsmann Stiftung. Ao todo, 65% das pessoas com faixa etária entre 18 e 29 anos são consideradas profundamente religiosas. Tal realidade, no entanto, só é confirmada em Bauru entre os evangélicos. No meio católico e espírita, o percentual é mais baixo.
“Profundamente religioso acredito que seja um percentual relativamente pequeno. Nós temos uma mocidade espírita bem atuante, mas mesmo assim não é profundamente religiosa. Ela freqüenta algumas atividades de final de semana. Mas profundamente religioso seria aquele que estivesse em contato quase a todo momento com a religião ou com trabalhos assistenciais que os espíritas desenvolvem”, comenta Nélson da Silva Bastos, presidente do Centro Espírita Amor e Caridade (Ceac).
Ele estima que entre 5% a 10% se enquadrem neste caso. Já de 20% a 30% são apenas religiosos. Ainda assim, para atraí-los, o jeito é oferecer alternativas onde possam praticar o que aprendem na religião.
“Hoje estão mais vinculados a uma atividade dinâmica. Quando chega na religião, também esperam algo bem corrido. Gostam de fazer trabalhos assistenciais, na periferia”, comenta. Já o engajamento entre universitários católicos é mais difícil, explica o responsável pela Pastoral Universitária, Roberto Daniel (padre Beto).
“Ele está muito aberto para dialogar sobre a espiritualidade. O que é difícil é conquistá-lo para qualquer projeto voluntário, de luta às conquistas sociais, à construção de uma sociedade mais justa. Essa fé fica só no âmbito particular. Estamos numa fase de individualismo exacerbado e isso passa para a religiosidade”, acrescenta padre Beto.
Ele admite que muita gente acredita ser profundamente religiosa sem, no entanto, freqüentar a igreja e as atividades desenvolvidas por ela. Para tais pessoas, bastaria o fato de ter fé em Deus, rezar em casa ou ser apegado a algum santo, por exemplo. Na opinião do padre, eles seriam apenas religiosos e representariam 70% da população jovem.
Profundamente religiosos seriam outros 30 a 40%, que participam das celebrações, procuram a experiência religiosa e respeitam a doutrina, seja qual for a religião escolhida.
“O povo brasileiro é religioso, tem base cristã. Durante muito tempo a igreja católica foi a oficial do País. Embora hoje haja separação entre igreja e Estado, a gente sabe que essa herança permanece. Eu creio que muita gente seja religiosa. Mas uma coisa é religiosidade e outra é compromisso com Deus”, ressalta Edson Valentim, presidente do Conselho de Pastores e pastor da Igreja Batista Bereana.
De acordo com ele, religiosidade tem relação com crenças básicas e superstições. É o caso, por exemplo, das famílias que têm Bíblia aberta sobre um móvel da casa, sem nunca lê-la. “Agora, vivência tem haver com compromisso de fato, em buscar a palavra de Deus, estar envolvido na igreja. O evangélico dá muita importância à vivência. Dos jovens evangélicos que são realmente envolvidos, nós teríamos uns 70%. Místicos sem compromisso seriam os outros 30%”, conclui.
35% dos jovens seguem preceitos religiosos
Segundo a pesquisa elaborada pelo instituto alemão Bertelsmann Stiftung, 35% dos jovens brasileiros vivem de acordo com os preceitos religiosos. É o caso, por exemplo, do universitário Carlo Di Crivelli, estudante de engenharia mecânica.
De família católica, ele participa da Pastoral Universitária e tenta convencer os amigos a adotar a mesma prática, auxiliando, por exemplo, entidades assistenciais. Embora seja espírita, Taciana do Espírito Santo, também desenvolve atividades semelhantes. De voluntária no Ceac, passou a trabalhar oficialmente na entidade.
Com o emprego, a intensidade de sua vida religiosa aumentou. Diariamente ajuda pessoas em dificuldade, faz orações por elas, além de aproveitar as palestras oferecidas pelo centro. Também é bastante religiosa Érika Maciel, que há nove anos converteu-se e tornou-se evangélica. “Antes não sabia que poderia sentir Deus, que poderia me relacionar com ele como Pai. Era muito distante”, comenta.
Para ela, mais jovens poderiam experimentar esta mesma experiência, se o mundo não oferecesse outros caminhos aparentemente atrativos, que levam a uma vida desregrada, sem limites e sujeita aos apelos das drogas e bebidas, por exemplo.
Quem sabe sem a concorrência citada por Érika, o Brasil teria ultrapassado a Indonésia e o Marrocos, países de maioria muçulmana que empataram com o Brasil.
Jornal da Cidade de Bauru
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